Meu maior inimigo é o meu melhor AMIGO.
Meu maior inimigo é o meu melhor AMIGO.
Quem diria...
.....................
My greatest enemy is my best friend.
Who would...
Meu maior inimigo é o meu melhor AMIGO.
Quem diria...
.....................
My greatest enemy is my best friend.
Who would...
Nas fotos: Hebert Baglione, Marcelo e Rita Secaf, amigos, convidados e Alex Hornest.
Até 17 de Março essas 3 telas podem ser conferidas na exposição coletiva intitulada "LISTA" na Galeria LOGO
minha atual representante em São Paulo _ Brasil.
Outras de minhas obras podem ser vistas no acervo da galeria ou em exposição individual "muito" em breve.
Artistas:
Lin Yi-Hsuan, Luciana Araujo, Rimon Guimarães, Adriano Cinelli (Onio), Fabio Zimbres, Gustavo Eandi, América Sanchez, Flavio Samelo, DOMA, Bruno 9li, Alex Hornest, Talita Hoffmann, Andrés Bruck, Walter Nomura (Tinho), Lauro Roberto, Weaver Lima, Sesper, Nicolás Sobrero, Fabiano Rodrigues, Fefê Talavera, Luis Flavio Trampo, Alberto Monteiro, Carlos Issa, Paul Loubet, Jayelle Hudson, Felipe Yung (Flip), Emerson Pingarilho e Tomas Spicolli
Local:
Galeria LOGO
Rua Arthur de Azevedo, 401
São Paulo, Brasil
tel fax:
+5511 30622381
info@galerialogo.com
4ª edição do ATELIER ABERTO _ RAMON e RIMON
Escola Guignard - UEMG
Rua Ascânio Burlamarques, 540 - Mangabeiras - Belo Horizonte - MG
Fone: 031 3194-9310
O programa, que acontece durante o período de 08 de fevereiro a 03 de março, promove o encontro entre os artistas, que convivendo e dividindo o espaço da galeria, transforma-o em ateliê, local de experimentação e troca de experiências. Para além de um programa expositivo, o Atelier Aberto instaura um ambiente de trabalho aberto também ao diálogo e ao convívio com estudantes de arte, professores, arte-educadores, artistas e críticos, que nesse período podem acompanhar o processos do trabalho e frequentar o atelier, além de promover no decorrer do período bate-papos e conversas com artistas e convidados. Como resultado final do período, os artistas apresentarão parte do trabalho ali desenvolvido, assim como outras produções recentes.
O projeto foca todas as etapas do processo de criação e instaura um lugar para a vivência de processos criativos compartilhados entre os artistas e aqueles que frequentam o espaço. Dessa maneira torna-se também um estímulo para produção e colabora com o estabelecimento de novos olhares que ampliam a reflexão acerca da produção recente em arte contemporânea.
A vivência dos artistas na 4ª edição do ATELIER ABERTO foi registrada neste blog e pode ser acompanhada por aqui.
O projeto é coordenado pelo professor e diretor Benedikt Wiertz, com curadoria da professora Janaína Melo.
Sobre os artistas:
Rimon Guimarães (Curitiba 1988) é artista autodidata e segue sua pesquisa de forma vivencial se adaptando ao contexto das cidades onde expõe. Explora mídias como desenho, performance, vídeo, música, pintura e arte pública. Exposições recentes: "Maré Plena"(individual) Porto Alegre 2011, "Art Trek" (coletiva) Antuérpia/Bélgica 2010, "Laboratório Objeto Escarlate" (individual) São Paulo 2010. Na exposição coletiva “Cartografias Cotidianas” Casa de Cultura da UEL Londrina 2011 fez uma instalação onde a pintura extrapolava a dimensões do suporte e seguia sobre as paredes da galeria. Em "Lavabo Estufa" ocupou um banheiro plantando nos vasos sanitários. Na individual "Descalzo", em Buenos Aires 2011, expôs 7 pinturas em grande formato e preparou uma sopa de legumes e suco de laranja com a ajuda dos visitantes. Membro do Coletivo Interlux Arte Livre.
Ramon Martins, ex-aluno da Escola Guignard, funde a experimentação do estúdio com a energia da rua. Faz graffiti, performance, instalações, esculturas, sitio especifico e pintura em telas. É nesse ofício, a pintura, que sintetiza seu estilo fluido, cheio de misturas e técnicas. Ramon Martins explora a técnica do estêncil, herdada do graffiti, passeia pela tinta acrílica, aquarela e têmpera, com grande repertório pictórico. Sua obra revela sensualidade, um acento pop-psicodélico, com influência de arte africana e indiana. Sua obra está representada em coleções institucionais brasileiras importantes, incluindo o Museu MAM-RJ de Arte Moderna, RJ / BR e MASP Museu de Arte de São Paulo, SP / BR. Ele apresentou seu trabalho em murais e exposições no Brasil e na Europa. Exposições recentes: “Transfer” – Pavilhão das Culturas Brasileiras, Parque do Ibirapuera – Sao Paulo, SP/ BR; “Mon Ra” – Solo Show at Galerie Geraldine Zberro – PAR/FR; “De Dentro Para Fora De Fora Para Dentro” MASP Museum of Art Sao Paulo & Galeria Choque Cultural, SP/BR; “R.U.A Festival – mural painting “Love Spreads”, RTDM/NL; “Rotterdam Carnival” – Painting on Angola’s Allegoric Car, RTDM/NE; “A Forca da Rua” (The Strengh of the Street) – ABC Trust Auction – LDN/UK; “O Encontro”, Ano da França no Brasil - Centro de Cultura Renato Russo, BSB- DF /BR; “Graffiti Etat Des Lieux” - Galerie du Jour/Agnès B, PAR/FR; “Morreu de Amor” – Solo Show na Galerie Geraldine Zberro, PAR/FR.
Quem conhece bem essas duas figuras (Ramon Martins & Rimon Guimarães) pelas imagens acima consegue imaginar bem o que eles
aprontaram e o quanto se divertiram nessa residência.
Parabens garoutos!!
Since 2001, French Canadian artist Steven Spazuk has been working with a technique he developed that allows him to use a flame from a candle or torch to create his paintings with the trails of soot that remain. He then uses tools to manipulate the soot left behind on the thick paper to develop breathtaking images. His work, which is mostly monochromatic, evolves as he is working and he allows the images to emerge naturally.
He was a regular painter working with acrylic paint and collage before he began “playing with fire.” Over the years, he has perfected his technique and his work, especially the portraits, which are simply stunning.
Rivers and Tides: Andy Goldsworthy Working with Time (2001)
90 min - Documentary
Director: Thomas Riedelsheimer
Documentarian Thomas Riedelsheimer shows us Andy Goldsworthy as he creates art in natural settings using natural materials such as driftwood, ice, mud, leaves, and stones. Goldsworthy comments on his “earthworks” and occasionally responds to off screen questions from Riedelsheimer while he painstakingly builds his outdoors sculptures. With some exceptions, such as a winding stone wall that he built in Mountainville, NY, Goldsworthy’s creations are intentionally mutable works.
We see how several of them fall apart, melt, or drift away due to exposure to the elements; we also see, for example, a complex structure of interconnected sticks collapse while Goldsworthy is still working on it.
Riedelsheimer takes us to Goldsworthy’s home in Penport, Scotland, and to a French museum, but the emphasis of the film is on observing Goldsworthy at work.
No livro ONESTO - ed. Zupi - eu disse a seguinte frase: "Não tem dinheiro para comprar pincel pinta com o dedo."
Por essa e outras coisas algumas pessoas me acham sistemático e certamente não conhecem bem o meu trabalho
ou o de artistas como Andy Goldsworthy.
Se expressar se conectando com o seu entorno realmente não é para todos...
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