Barry McGee's Brooklyn Mural

Directed By Jason Schmidt
DP Drew Reilly
Edited By Drew Reilly and Jason Schmidt
Executive Production by Vanity Fair Magazine
Incontestável como pessoa e artista.
Sempre pura inspiração.

Directed By Jason Schmidt
DP Drew Reilly
Edited By Drew Reilly and Jason Schmidt
Executive Production by Vanity Fair Magazine
Incontestável como pessoa e artista.
Sempre pura inspiração.

Distinctive hand style lettering is an essential skill for artists and designers. Deftly executed hand crafted letter forms are a nearly forgotten art in an age of endless free fonts. Graffiti is one of the last reservoirs of highly refined, well practiced penmanship.
The most reviled and persecuted form of Graffiti, the Tag, is seldom appreciated for the raw beauty of its skeletal letter forms. Most tags are removed immediately, and thus the casual viewer seldom has a chance to discern the difference between entry level and advanced hand styles.
Within the pages of Flip the Script, author Christian Acker has systematically analyzed the best graffiti hand styles, contextualizing the work of graffiti writers from around the United States. Acker presents the various lettering samples in a clean organized format, giving the material a proper, formal treatment evoking classic typography books.
Flip The Script _ The Evolution of Graffiti hand Styles
224 pages, Hardcover, 7'' x 9'' (178 x 229 mm)
100s of 2 - color illustrations, English
ISBN: 978-1-58423-460-9 $ 29.95
About the Author:
Christian Acker received a BFA with honors in Communication Design from Parsons School of Design in New York City in May of 2002.
He founded Adnauseum, Inc in 2002, and Handselecta Type Foundry in 2003. Adnauseum is an NYC-based experimental design studio, whose work runs the gamut of Photographic to Typographic. He occasionally guest lectures typography and design classes at his Alma Mater, Parsons School of Design.
He is a member of both the AIGA and the Type Directors Club.
Website: www.handselecta.com
GRIFTERS CODE: Episode 1 - Peach ALTGR PAL _ Paris - FR
Font:
Gingko Press
The Grifters
Praqueles que gostam MUITO de tudo isso!!!
O "videozinho" acima é só pra ilustrar onde "toda essa maravilha" pode ser aplicada.
Essas coisas alegram o dia!!
Ni**as in Paris: VideoJacking (OFFICIAL)

The official video from a crew of masked graf heads release their take on the popular WATCH THE THRONE song, "Ni**as in Paris".
Font: The STARK LIFE
Me perguntam porque fazem isso. Acredito que seja só por pura diversão.
Sim, "alterar" o patrimônio público e privado para uns é muito divertido. São fases da vida...
Todos os dia muitas coisas acontecem. Boas e ruins.
Para alguns não ficarem loucos as vezes precisam extravasar de alguma forma. Formas que parece afirmar que já estão loucos.
Uns matam, outros roubam, outros batem nos indefesos... Tem louco pra tudo.
Essas formas me parecem de uma estúpides sem tamanho mas também não sou santo. Quem é?
Sou incapaz de de fazer mau a uma mosca mas confesso que simpatizo é muito com aqueles que "alteram propriedades alheias apenas pelo prazer".
Ainda mais quando se utilizam da arte como forma de vandalismo.
A trilha desse vídeo me intrigou.
Odeio Kanye West e Jay Z já foi bom, hoje é só business.
O clip original desta música é um lixo e a letra pior ainda mas não posso negar que ela deu um "climinha loko" pra essa ação.
Até a "dancinha" abaixo ficou mais loka que o clip original. As cordas parecem um pixo!
Kanye West, Jay Z — Ni**as In Paris ( Choreo by Alexander Tsarev and Alina Barilova )
Vamo pô todo mundo pra dançar!!
De um jeito ou de outro todo mundo dança em uma cidade do tamanho de São Paulo.
illustrations_ilustrações: Thais Ueda.

art projects_projetos de arte: Thais Ueda

A "Garota Boazinha" estás de volta!!

O fogo,as chamas e tudo o que pode nascer das cinzas, 2012 _ duco e acrílica sobre tela _ 202x290cm _ Alex Hornest
Fotos de Denise Andrade e Leda Abuhab realizadas durante a abertura da exposição ZOO de Alex Hornest em 2012.
Nas fotos por ordem de aparição _ Renata Felinto, Alexandre Orion, Rafael Sliks, Tata Marchetti, Vinícius CAPS, NAIPE pixar, Liliana Secaf, entre outros.
LISTA
de 22 jan 2013 a 23 fev 2013
Lista é a exposição coletiva anual da LOGO, agora em sua segunda edição.
O momento em que a galeria apresenta todos os artistas que representa utilizando a totalidade de seu espaço expositivo, mostrando obras inéditas e seleções de seu acervo.
É uma oportunidade para ver ao vivo a diversidade da arte difundida pela galeria, assim como perceber as conexões entre os artistas.
São eles: Lin Yi-Hsuan, Luciana Araujo, Rimon Guimarães, Adriano Cinelli (Onio), Fabio Zimbres, Gustavo Eandi, América Sanchez, Flavio Samelo, DOMA, Bruno 9li, Alex Hornest, Talita Hoffmann, Andrés Bruck, Walter Nomura (Tinho), Lauro Roberto, Weaver Lima, Sesper, Nicolás Sobrero, Fabiano Rodrigues, Fefê Talavera, Alberto Monteiro, Carlos Issa, Paul Loubet, Jayelle Hudson, Felipe Yung (Flip), Emerson Pingarilho, Tomas Spicolli e Patricia Furlong. No acervo da galeria serão apresentados trabalhos dos seguintes artistas convidados: Rogério Canella, João Livra e Rafael Sica.
informações:
Please contact gallery for availability.
Galeria LOGO
rua artur de azevedo, 401
sp / brasil cep 05404-010
tel/fax:
+5511 30622381
email:
info@galerialogo.com

Fotos: Andre SEITI e Marcos Hermes
Painel realizado nos dias 5, 6 e 7 de dezembro de 2012, a partir de uma oficina ministrada no Projeto Quixote por Alex Hornest.
Painel "Raça Humana", de Alex Hornest e Projeto Quixote | Gil70
Participantes Julia Santos da Silva, Lucas da Silva, Ronald Melo de Lima, Daniel Castro, Reginaldo Vinicius Des. Silva, Maximiliano Santos, Lucio Nascimento Souza, Luís Eduardo dos Santos, Bianca Gonçalves, Tatiane de Souza Melo, Bruno Pastore, Jerry Batista, Enivo, Roberto Madalena, OTA, Ayco, JeH, Rodrigo (AKA Indio) e Luane Araujo.
2012 é o ano em que Gilberto Gil completou 70 anos de vida e 50 de carreira. E, para homenageá-lo, o Itaú Cultural organizou a exposição GIL70, que fica aberta a partir do dia 12 de dezembro lá na Avenida Paulista. A exposição, concebida e organizada pelo poeta e designer gráfico André Vallias e com a colaboração do pesquisador e ensaísta Frederico Coelho na curadoria, apresenta 23 trabalhos de artistas como Omar Salomão, Carlos Nader, Arnaldo Antunes, Adriana Calcanhoto e Caetano Veloso.
O Projeto Quixote também foi convidado a participar desta homenagem a Gilberto Gil através de um belíssimo mural realizado na parede externa do Itaú Cultural. O mural ilustra a música Raça Humana de Gilberto Gil onde o pintor/escultor Alex Hornest conduziu esta experiência com os jovens da Agência Quixote Spray Arte que puderam desenvolver em uma oficina de 3 dias um layout para o mural e em mais 3 dias executar a pintura.
________________________
São ao todo 23 trabalhos apresentados em diferentes linguagens e suportes, como pintura, vídeo, fotografia, escultura e instalação, todos inspirados nas canções de Gil ou dedicados a ele. Vallias e Coelho comentam que GIL70 “convocou um conjunto eclético de artistas que entrelaçam gerações, linguagens, suportes e áreas de atuação da mesma forma que a obra de Gil entrelaça temas, ideias e sensibilidades”.
Entre os artistas que realizaram obras para a mostra estão nomes como Omar Salomão, Carlos Nader e Arnaldo Antunes. A explosão de corações na instalação de Adriana Calcanhoto dá dica sobre a música que inspirou a cantora, “Corações a Mil”, composta por Gil na década de 1970 para o filme de Tom Job Azulay. Já Caetano Veloso dedica a Gil o poema-instalação “Gilberto Misterioso”, assim como Augusto de Campos que homenageia o cantor baiano com o poema visual “Tristes Tópicos”.
Além das obras, a exposição conta com uma grande linha do tempo, ilustrada com imagens, áudios e vídeos, que revelam um pouco da vida pessoal de Gil, e faz um contraponto com sua trajetória profissional acompanhada pelos acontecimentos importantes de cada momento histórico que refletem fortemente na obra do cantor baiano.
A exposição teve sua primeira montagem no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro, e agora poderá ser visitada pelo público paulista. A mostra também conta com um site (www.gil70.com.br) que reúne materiais extras sobre Gilberto Gil, manifestos, artigos e depoimentos que revelam um pouco mais sobre a vida e obra do ex-ministro da Cultura.
GIL70
Local: Itaú Cultura
Av. Paulista, 149 - Bela Vista - São Paulo - SP
Fones: 11 2168 1777 / 2168 1776
De 12 de dezembro de 2012 a 17 de fevereiro de 2013
terça a sexta, das 9h às 20h
sábado, domingo e feriado, das 11h às 20h
Entrada franca
[livre para todos os públicos]

Desert Flower (2009)
120 min - Biography | Drama
The autobiography of Waris Dirie a Somalian nomad circumcised at 3, sold in marriage at 13, fled from Africa a while later to become finally an American supermodel and is now at the age of 38, the UN spokeswoman against female genital mutilation (FGM).
For donation:
Desert Flower Foundation
What is the Desert Flower Foundation?
For over 12 years, Waris Dirie has fought against female genital mutilation (FGM) worldwide. At least 150 million women and girls are affected by this cruel practice, which continues to be performed in Africa, but also in Asia, Europe, America and Australia.
The Desert Flower Foundation seeks to end this crime by raising public awareness, creating networks, organizing events and educational programmes. The foundation also supports victims of FGM.

Waris Dirie (Somali: Waris Diiriye, Arabic: واريس ديري) (born in 1965) is an Austrian model, author, actress and human rights activist of Somali origin.
Early years
Waris was born into a nomadic family in 1965 in Galkayo, Somalia. At the age of thirteen, she fled to Mogadishu in order to escape an arranged marriage to a much older man. There, she briefly lived with an older sister and her family. Waris along with a few relatives later moved to London, where she resided with and worked for an uncle who had been appointed Somali ambassador. When his term in office ended, Waris remained in the city and held a job at a local McDonald's. She also began evening classes to learn English.
Career
By chance, Waris was discovered by photographer Terence Donovan, who helped secure for her the cover of the 1987 Pirelli Calendar. From there, her modeling career took off, appearing in advertisements for top designers such as Chanel, Levi's, L'Oréal and Revlon.
In 1987, Waris played a minor role in the James Bond movie The Living Daylights. She also appeared on the runways of London, Milan, Paris and New York City, and in fashion magazines such as Elle, Glamour and Vogue. This was followed in 1995 by a BBC documentary entitled A Nomad in New York about her modeling career.
In 1997, at the height of her modeling career, Waris spoke for the first time with Laura Ziv of the women's magazine Marie Claire about the female genital mutilation (FGM) that she had undergone as a child, an interview which received worldwide media coverage. That same year, Waris became a UN ambassador for the abolition of FGM. She later paid her mother a visit in her native Somalia.
In 1998, Waris authored her first book, Desert Flower, an autobiography which went on to become an international bestseller.
She later released other successful books including Desert Dawn, Letter To My Mother, and Desert Children, the latter of which was launched in tandem with a European campaign against FGM.
In 2009, a feature-length film based on Waris' book Desert Flower was released, with the Ethiopian supermodel Liya Kebede playing her.
The movie has so far been released in 20 countries including France, Spain, Israel, Greece, Poland and Brazil. In January 2010, it won the Bavarian Film Awards in Munich in the Best Movie category.
It was also nominated for a Film Award in Gold in the Outstanding Feature Film category at the German Film Awards, and won the Audience Award in the Best European Film category at the San Sebastián International Film Festival.
In 2010, Waris was appointed Peace Ambassador for the Year of Peace and Security by the African Union.
Font: wikipedia
For donation:
Desert Flower Foundation
What is the Desert Flower Foundation?
For over 12 years, Waris Dirie has fought against female genital mutilation (FGM) worldwide. At least 150 million women and girls are affected by this cruel practice, which continues to be performed in Africa, but also in Asia, Europe, America and Australia.
The Desert Flower Foundation seeks to end this crime by raising public awareness, creating networks, organizing events and educational programmes. The foundation also supports victims of FGM.
Back to TOP