15.8.12

Katsuhiro Otomo (writer, director and Illustrator)




Akira (1988)
124 min - Animation | Crime | Sci-Fi

A secret military project endangers Neo-Tokyo when it turns a biker gang member into a rampaging psionic psychopath that only two kids and a group of psionics can stop.

Director: Katsuhiro Otomo
Writers: Katsuhiro Ohtomo (screenplay), Izô Hashimoto (screenplay), and 1 more credit »
Stars: Nozomu Sasaki, Mami Koyama and Mitsuo Iwata

Assistir Akira na minha adolescencia sem dúvida mudou toda minha forma de ver e pensar animação (desenhos animados).
Katsuhiro Otomo é um mostro como diretor, roteirista, animador e ilustrador.

Valeu Pexão!

Nós contra Eles!!



Moradores se armam contra o despejo e montaram uma 'tropa de choque' improvisada para reagir contra a Polícia Militar na reintegração de posse no terreno onde existia a comunidade de Pinheirinho, em São José dos Campos, a 87 km de São Paulo - Brasil.

Les baricades mist'erieuses by Nashural
"Les Barricades Mystérieuses" created by François Couperin (1668-1733)

Criatividade, força de vontade e a busca pelo conhecimento são nossas maiores armas!

Mr. Christopher Nolan (director)




The Dark Knight Rises (2012)

164 min - Action | Adventure | Drama
Director: Christopher Nolan
Writers: Jonathan Nolan (screenplay), Christopher Nolan (screenplay)
Stars: Christian Bale, Tom Hardy and Anne Hathaway

Eight years on, a new terrorist leader, Bane, overwhelms Gotham's finest, and the Dark Knight resurfaces to protect a city that has branded him an enemy.



Omitir a identidade serve apenas para proteger aqueles que amamos.
Vejo que tudo que é forjado pela escuridão e pelo sofrimento quando se revela se mostra mais interessante.
E este é o momento em que todos podem ressurgir.

O Sr. Nolan conseguiu novamente!

Marighella (2011)




Marighella (2011)
2011 | color | 35mm | 100 min. | Documentário | Brasil
Idioma: Português | Legenda: Sem legenda | Classificação: maiores de 10 anos

Um retrato de Carlos Marighella (1911-1969), o militante baiano que por décadas combateu a injustiça social brasileira. Desde sua juventude na Bahia, seus anos de militância no PCB (Partido Comunista Brasileiro), suas prisões na era Vargas, sua atuação como deputado constituinte, até os violentos anos de repressão militar, quando se torna o inimigo público número um da ditadura brasileira. O filme traz depoimentos da viúva do líder, Clara Charf, e de vários militantes de esquerda que lutaram a seu lado, além de outras figuras emblemáticas da resistência à opressão militar no Brasil, entre as quais o crítico e escritor Antônio Cândido.

direção: Isa Grinspum Ferraz
roteiro: Isa Grinspum Ferraz
fotografia: Alziro Barbosa
montagem: Vania Debs
música: Marco Antonio Guimarães, Mano Brown
produtor: Rodrigo Castellar, Pablo Torrecillas
produção: Texto e Imagem



Líder comunista, vítima de prisões e tortura, parlamentar, autor do mundialmente traduzido "Manual do Guerrilheiro Urbano", Carlos Marighella atuou nos principais acontecimentos políticos do Brasil entre os anos 1930 e 1969, e foi considerado o inimigo número 1 da ditadura militar brasileira. Mas quem foi esse homem, mulato baiano, poeta, sedutor, amante de samba, praia e futebol, cujo nome foi por décadas impublicável? O filme, dirigido por sua sobrinha, é uma construção histórica e afetiva desse homem que dedicou sua vida a pensar o Brasil e a transformá-lo através de sua ação.
Em 04 de Novembro de 1968 Carlos Marighella foi morto em uma emboscada do delegado Sérgio Paranhos Fleury no dia 4 de novembro de 1969, na Alameda Casa Branca, em São Paulo.
Fim do homem, não da lenda.


Racionais MC's - Mil faces de um homem leal - Marighella

Carlos Marighella foi um radical de esquerda, que abraçou a luta armada. Morreu fuzilado, aos 58 anos. Baiano, filho de pai anarquista italiano e mãe descendente de escravos, ele cresceu numa Bahia efervescente. O documentário mistura fatos históricos com recordações da diretora, para assim mostra a trajetória do guerrilheiro. Marighella foi figura exemplar na luta contra a ditadura e morreu defendendo suas idéias, sem medo e sem recuar um passo.

7.8.12

Zoo de Alex Hornest na Galeria LOGO



Zôo

Individual de Alex Hornest na LOGO

Na exposição Zôo, a primeira individual de Alex Hornest para a Galeria LOGO, o artista apresenta uma nova série de pinturas sobre tela em grande formato e de esculturas em diferentes materiais, como bronze, concreto, madeira e porcelana.

As telas, em sua maioria dípticos ou trípticos com sutis desconexões, trazem uma busca particular por síntese, impacto e ruptura. Hornest explora a abstração da pintura através da figuração de animais originados de lembranças de sua infância. O conceito de queima é então desenvolvido pela velação/acinzentamento desses animais. Segundo o artista, “Nestes trabalhos minha busca foi e está sendo pela transformação, renovação e tudo que surge depois de algo que possa ser considerado uma catástrofe”.

O ponto de partida de Hornest na série de pinturas de Zôo é um painel entelado gigante, criado para uma exposição realizada em Bogotá, Colômbia. Ao término do projeto, o painel foi desmanchado, transportado para o Brasil e continuado/transformado pelo artista. O processo também remete às transformações orgânicas, como as reações que ocorrem na combustão da matéria, com suas possibilidades de reverberação estética.

Nas esculturas, desenvolvidas ao longo dos últimos três anos, Hornest apresenta novas
possibilidades para seus encaixotamentos de criaturas, contrastando materiais moldados e forjados. São obras que abordam a vida e as condições de aprisionamento das grandes massas e trazem uma possibilidade de se pensar os seres humanos como animais, divididos em espécies e vivendo em um zoológico que eles mesmo construíram.

Hornest é o mentor e o único integrante do projeto 72D.I.E.S.E.L. (72 Delinquentes Infantis Especialistas Sobre Estilo Livre), uma plataforma subversiva que criou para pesquisas e ações, lidando com animação, colagem, documentário, fotografia e instalação em diferentes contextos, sob diversos pseudônimos. A dissimulação de processos, materiais e personagens desperta a curiosidade do público e amplia o alcance desse que é um dos artistas mais intrigantes e influentes de São Paulo.

Zôo / Alex Hornest
> Abertura 7 de agosto, terça, das 17h às 22h
Visitação de 8 de agosto a 1 de setembro
de terça a sábado, das 11h às 19h

Galeria LOGO
Rua Artur de Azevedo, 401, São Paulo – SP
tel (11) 3062 2381

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Zôo

Solo show by Alex Hornest at LOGO

At the exhibition Zôo [Zoo], Alex Hornest’s first solo show for Galeria LOGO, the artist is presenting a new series of large-format paintings on canvas along with sculptures in different materials, such as bronze, concrete, wood and porcelain.

The canvases, mostly diptychs or triptychs with subtle disconnections, involve an individual search for synthesis, impact and rupture. Hornest explores the abstraction of painting through the figuration of animals originating from his childhood memories. The concept of burning is then developed through the overpainting/graying of these animals. According to the artist, “In these works my search was, and is, for transformation, renewal and everything that arises after something that can be considered a catastrophe.”

Hornest’s starting point in the series of paintings featured in Zôo is a giant canvas panel created for an exhibition held in Bogotá, Colombia. At the end of the project, the panel was disassembled, transported to Brazil, and continued/transformed by the artist. The process also refers to organic transformations, such as the reactions that occur in the combustion of material, with its possibilities of aesthetic reverberation.

In the sculptures, developed over the last three years, Hornest presents new possibilities for how he puts creatures into boxes, contrasting molded and forged materials. These works deal with life and the conditions under which the large masses are imprisoned, urging the viewer to think about human beings as animals, divided into species and living in a zoo that they themselves construct.

Hornest is the mentor and only member of the project 72D.I.E.S.E.L. [72 Childish Delinquents Specialized in Free Style], a subversive platform he created for research and actions, dealing with animation, collage, documentary, photography and installation in different contexts, under various pseudonyms. The dissimulation of processes, materials and characters kindles the public’s curiosity and enlarges the reach of this work by one of São Paulo’s most intriguing and influential artists.

Zôo / Alex Hornest
> Opens Tuesday, August 7, from 5 p.m. to 10 p.m.
Runs from August 8 to September 1, Tuesday to Saturday, from 11 a.m. to 7 p.m.

Galeria LOGO
Rua Artur de Azevedo, 401, São Paulo – SP
tel (+55 11) 3062 2381

Ursula von Rydingsvard (sculptor)



Ursula von Rydingsvard born in Deensen, Germany (1942 -) is a sculptor who has been working in Brooklyn, New York for the past 30 years. She received her MFA from Columbia University in 1975 after which time she started to work with cedar, a material through which she has explored a wide range of images.

Luba by Ursula von Rydingsvard at Storm King, 2010 Von Rydingsvard is best known for creating large-scale, often monumental sculpture from the cedar beams which she painstakingly cuts, assembles, and laminates, finally rubbing powdered graphite into the work's textured, faceted surfaces. She deliberately uses cedar boards milled into 4" by 4" widths with varied lengths which create a neutrality or "blank canvas" which enables her to dip into many different possibilities often within the arena of the psychological and emotional. As von Rydingsvard explains this approach: "If I were to say how it is that I break the convention of sculpture (and I'm not sure that's what I do or even if that's what I want to do), it would be by climbing into the work in a way that’s highly personal, that I can claim as being mine. The more mine it is, the more I’m able to break the convention."[1] Her signature abstract shapes refer to things in the real world, each revealing the mark of the human hand while also summoning natural forms and forces. These forms typically include simple vessels and bowls; many suggest tools or other artifacts such as shovels, spoons and fences, or allude to primitive dwellings, geological formations, the landscape, or the body.

Revolutionary Road (2008)



Revolutionary Road (2008)

119 min - Drama | Romance
Director: Sam Mendes
Writers: Justin Haythe (screenplay), Richard Yates (novel)
Stars: Leonardo DiCaprio, Kate Winslet and Christopher Fitzgerald

A young couple living in a Connecticut suburb during the mid-1950s struggle to come to terms with their personal problems while trying to raise their two children. Based on a novel by Richard Yates.


A Sedução de Marilyn Monroe no Museu Afro Brasil



"O verdadeiro sex symbol foi Marilyn Monroe, não apenas porque era naturalmente sexy, mas também porque agradava sê-lo", definiu a atriz Marlene Dietrich, outro mito do cinema, símbolo de outra Hollywood. Cinquenta anos depois de sua morte, Marilyn (1926-1962) permanece como um fenômeno cultural enigmático, ainda com força para frequentar as capas de revistas, atrair novos biógrafos, inspirar obras cinematográficas e impregnar sua sensualidade em objetos, camisas, bibelôs, cartazes e campanhas publicitárias.

"A Sedução de Marilyn Monroe" é o título da exposição que o Museu Afro Brasil abre em 7 de Agosto, às 19h, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Artistas contemporâneos, inspirados na sedução da estrela, recriam sua imagem. "A exposição da Marilyn não é para celebrar a morte, mas celebrar uma artista que, com sua beleza, sua pureza, seu ar de quase adolescente e de mulher vivida, de dores, realmente encanta. A gente quer transportar esse encantamento", afirma o diretor-curador do museu, Emanoel Araújo.

A exposição contará com fotografias históricas de Marilyn (inclusive as clicadas por Bert Stern), cartazes, objetos que marcam sua presença no imaginário popular, serigrafias de Andy Warhol (1928-1987) e obras inéditas dos artistas plásticos Alex Hornest, Antônio Miranda, Caíto, CesarePérgola, Claudio Tozzi, Fernando Ribeiro, Futoshi Yoshizawa, Glaucia Amaral, Helena Sardenberg, José de Guimarães, Leonardo Kossoy, Nelson Leirner, Newton Mesquita e Roberto Okinaka, além de um trabalho do artista pernambucano Maurício Nogueira Lima (1930-1999). Um dos destaques é o vestido-instalação "Entre o amor e o pânico", da artista espanhola Maribel Domènech (com a gravação de "Happy Birthday, Mr. President", cantada por Marilyn para John F. Kennedy, em 1962. Paralelamente, haverá a mostra "Hollywoodiana - Gráfica cinematográfica", com cartazes de cinema.
"Ela é um produto. Como disse a Marlene Dietrich, ela gostava de ser sex symbol. Isto tinha um lado infantil e, ao mesmo tempo, de mulher. É isso que faz com que o mito de Marilyn permaneça. Não é a grande atriz, mas é exatamente a mulher que, com sua beleza e sua vontade de ser sexy, virou a grande sedutora do seculo XX", acrescenta Araújo.

Em Hollywood, Marilyn se firmou no "star system" com os filmes "Como agarrar um milionário" (1953), de Jean Negulesco, "Os homens preferem as loiras" (1953), de Howard Hawks, "O pecado mora ao lado" (1955), de Billy Wilder, "Quanto mais quente melhor" (1959), outro de Wilder - o qual arrancou a interpretação frequentemente considerada como a melhor da atriz no cinema -, "Adorável pecadora" (1960), de George Cukor, "Os desajustados" (1961), de John Huston, além de outras obras em que representou papéis menores. Rapidamente, ela se tornou uma das personalidades mais cobiçadas por fotógrafos, também protagonizando novelas midiáticas ao longo de seus casamentos tumultuados com o jogador de beisebol Joe DiMaggio e com o dramaturgo Arthur Miller.

"As Vênus da sétima arte foram tantas. Magras como Audrey Hepburn, frias como Grace Kelly, devoradoras como Ava Gardner. Nenhuma talvez fosse tão próxima do conceito original da Vênus como grande mãe e grande amante quanto Marilyn Monroe", analisa o fotógrafo Leonardo Kossoy, autor de um dos textos da exposição.

Em agosto de 1962, a morte de Marilyn, atribuída a uma overdose de barbitúricos, cortou brutalmente a carreira da atriz e "provocou um reforço ao mito", na avaliação de Emanoel Araújo. "A vida ceifada em pleno apogeu deixa uma certa dúvida para as pessoas, que se sentem um pouco culpadas de uma mulher tão bela, tão maravilhosa, tão festejada, morrer de uma overdose. A morte é sempre um ato incompreensível. Ninguém compreende a morte, é sempre um corte que não há explicação. As pessoas buscam justificar. E é por isso que Marilyn sempre volta aos jornais. Uma mulher tão sedutora, tão transbordante de vida, sexo e beleza, não deveria morrer. A busca desse final é a chave que explica a permanência de Marilyn", diz o curador.

"A Sedução de Marilyn Monroe"

"Hollywoodiana - Gráfica cinematográfica"

Abertura: 7 de agosto, às 19h

Museu Afro Brasil

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n
Parque Ibirapuera - Portão 10
São Paulo / SP - Brasil - 04094 050
Fone: 55 11 3320 8900

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